Capítulo 7
CONCLUSÃO
22 min de leitura
O que está expresso neste documento permite-nos descobrir que o que está escrito nas encíclicas sociais Laudato si’ e Fratelli tutti não é alheio ao nosso encontro com o amor de Jesus Cristo, pois bebendo desse amor tornamo-nos capazes de tecer laços fraternos, de reconhecer a dignidade de cada ser humano e de cuidar juntos da nossa casa comum.
Hoje tudo se compra e se paga, e parece que o próprio sentido da dignidade depende das coisas que se podem obter com o poder do dinheiro. Somos instigados a acumular, a consumir e a distrairmo-nos, aprisionados por um sistema degradante que não nos permite olhar para além das nossas necessidades imediatas e mesquinhas. O amor de Cristo está fora desta engrenagem perversa e só Ele pode libertar-nos desta febre onde já não há lugar para o amor gratuito. Ele é capaz de dar coração a esta terra e reinventar o amor lá onde pensamos que a capacidade de amar esteja morta para sempre.
A Igreja também precisa dele, para não substituir o amor de Cristo por estruturas ultrapassadas, obsessões de outros tempos, adoração da própria mentalidade, fanatismos de todo o género que acabam por ocupar o lugar daquele amor gratuito de Deus que liberta, vivifica, alegra o coração e alimenta as comunidades. Da ferida do lado de Cristo continua a correr aquele rio que nunca se esgota, que não passa, que se oferece sempre de novo a quem quer amar. Só o seu amor tornará possível uma nova humanidade.
Peço ao Senhor Jesus Cristo que, para todos nós, do seu Coração santo brotem rios de água viva para curar as feridas que nos infligimos, para reforçar a nossa capacidade de amar e servir, para nos impulsionar a fim de aprendermos a caminhar juntos em direção a um mundo justo, solidário e fraterno. Isto até que, com alegria, celebremos unidos o banquete do Reino celeste. Aí estará Cristo ressuscitado, harmonizando todas as nossas diferenças com a luz que brota incessantemente do seu Coração aberto. Bendito seja! Dado em Roma, junto de São Pedro, a 24 de outubro do ano 2024, décimo segundo do meu Pontificado. [1] Uma boa parte das reflexões deste primeiro capítulo estão inspiradas nos escritos inéditos do Pe. Diego Fares, S.I. Que o Senhor o tenha na Sua Santa Glória! [2] Cf. Homero, Ilíada, canto XXI, verso 441. [3] Cf. Ibid., canto X, verso 244. [5] Homilia na Missa matutina de Santa Marta (14 de outubro de 2016): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 20 de outubro de 2016), 7. [6] S. João Paulo II, Alocução do Angelus (2 de julho de 2000): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 8 de julho de 2000), 1. [7] Idem, Catequese (8 de junho de 1994): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 11 de junho de 1994), 8. [9] Romano Guardini, O mundo religioso de Dostoievski (Lisboa 1973), 232. [10] Karl Rahner, “Einige Thesen zur Theologie der Herz-Jesu-Verehrung”. in: Schriften zur Theologie III (Einsiedeln 1956), 392. [12] Han Byung-Chul, O Coração de Heidegger. Sobre o conceito de tonalidade afetiva em Martin Heidegger (Petrópolis 2023), 93-94. [14] cf. Idem, Agonia do Eros, (Petrópolis 2017). [15] cf. Martin Heidegger, Explicações da Poesia de Hölderlin (Brasília 2013), 136. [16] Cf. Michel de Certeau, L’espace du désir ou le «fondement» des Exercices spirituels. in: Christus 77 (1973), 118-128. [17] Itinerarium mentis in Deum, VII, 6. [18] Proemium in I Sent., q. 3. [19] S. John Henry Newman, Meditações e Devoções (São Paulo, 2016), 283. [20] Const. past. Gaudium et spes, 82. [23] Cf. Dicastério para a Doutrina da Fé, Declaração Dignitas Infinita (2 de abril de 2024), 8. [24] Const. past. Gaudium et spes, 26. [25] S. João Paulo II, Alocução do Angelus (28 de junho de 1998): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 4 de julho de 1998), 1. [26] Francisco, Carta enc. Laudato si’ (24 de maio de 2015), 83: AAS 107 (2015), 880. [27] Francisco, Homilia na Missa matutina de Santa Marta (7 de junho de 2013): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 9 de junho de 2013), 6. [28] Pio XII, Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 12: AAS 48 (1956), 316. [29] Pio VI, Constituição Auctorem fidei (28 de agosto de 1794), 63. DH 2663. [30] Leão XIII, Carta enc. Annum Sacrum (25 de maio de 1899): ASS 31 (1898-1899), 649. [31] Ibidem: «Inest in Sacro Corde symbolum atque expressa imago infinitae Iesu Christi caritatis». [32] Francisco, Alocução do Angelus, (9 de junho de 2013): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 16 de junho de 2013), 5. [33] Sendo assim, entende-se porque a Igreja proibiu que se coloquem sobre os altares representações isoladas dos corações de Jesus ou de Maria (cf. Resposta da Sagrada Congregação dos Ritos Sacros ao Pe. Charles Lecoq, P.S.S., de 5 de abril de 1879. in: Decreta Authentica Congregationis Sacrorum Rituum. Ex actis eiusdem collecta, vol. III, Roma 1900, 107-108, n. 3492). Fora da Liturgia, «para a devoção privada» ( ibidem) pode utilizar-se isoladamente o símbolo de um coração como expressão didática, figura estética ou emblema que convida a pensar no amor de Cristo, mas corre-se o risco de entender o coração como objeto de adoração ou de diálogo espiritual separadamente da Pessoa de Cristo. Em 31 de março de 1887, a Congregação deu uma resposta semelhante ( ibid., 187, n. 3673). [34] Conc. Ecum. de Trento, Sess. XXV, Decr. Mandat sancta synodus (3 de dezembro de 1563). DH 1823. [35] V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, Documento de Aparecida (29 de junho de 2007), 259. [36] Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 21-22: AAS 48 (1956), 323-324. [37] Epístola 261, 3: PG 32, 972. [38] In Ioh. homil. 63, 2: PG 59, 350. [39] De fide ad Gratianum, II, cap. 7, 56: PL 16, 594 (edição de 1880). [40] Enarrationes in Psalmos 87, 3: PL 37, 1111. [41] Cf. De fide orthodoxa, III, 6.20: PG 94, 1006.1081. [42] Olegário González de Cardedal, La entraña del cristianismo (Salamanca, 2010), 70-71. [43] Alocução do Angelus (1º de junho de 2008): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 7 de junho de 2008), 7. [44] Pio XII, Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 27: AAS 48 (1956), 327-328. [45] Ibid., 58: AAS 48 (1956), 343-344. [46] Bento XVI, Alocução do Angelus (1º de junho de 2008): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 7 de junho de 2008), 7. [47] Vigílio, Constituição Inter innumeras sollicitudines (14 de maio de 553): DH 420. [48] Conc. Ecum. de Éfeso, Anatematismos de Cirilo de Alexandria, 8: DH 259. [49] Conc. Ecum. II de Constantinopla, Sess. VIII (2 de junho de 533), Cân. 9: DH 431. [50] Cântico espiritual (B – segunda redação), Canção 31, 8: S. João da Cruz, Obras completas (Avessadas, 2005), 688. [51] Ibid., Canção 13, 9: o. c., 600 . [52] Ibid., Canção 13, 1: o. c., 596. [53] «Para nós, contudo, um só é Deus, o Pai, de quem tudo procede e para quem nós somos» ( 1 Cor 8, 6). «A Deus nosso Pai, a glória pelos séculos dos séculos! Ámen!» ( Fl 4, 20). «Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação!» ( 2 Cor 1, 3). [54] Carta Ap. Tertio millennio adveniente (10 de novembro de 1994), 49: AAS 87 (1995), 35. [56] «O mundo tem de saber que Eu amo o Pai» ( Jo 14, 31). «Eu e o Pai somos Um» ( Jo 10, 30). «Eu estou no Pai e o Pai está em mim» ( Jo 14, 10). [57] «Vou para o Pai» ( pròs tòn Patéra: Jo 16, 28). «Eu vou para ti» ( pròs sè: Jo 17, 11). [58] « Eis tòn kólpon tou Patròs». [59] Adv. Haer., III, 18, 1: PG 7, 932. [60] In Ioh., II, 2: PG 14, 110. [61] Alocução do Angelus (23 de junho de 2002): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 29 de junho de 2002), 1. [62] S. João Paulo II, Mensagem por ocasião do centenário da consagração do gênero humano ao divino Coração de Jesus (Varsóvia, 11 de junho de 1999): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 19 de junho de 1999), 3. [63] Idem, Alocução do Angelus (8 de junho de 1986): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 15 de junho de 1986), 1. [64] Francisco, Homilia. Visita à policlínica “Gemelli” (27 de junho de 2014): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 3 de julho de 2014), 9. [65] Cf. Ef 1, 5.7; 2, 18; 3, 12. [67] Cf. Ef 1, 3-4.6-7.11.13.15; 2, 10.13.21-22; 3, 6.11.21. [68] Mensagem por ocasião do centenário da consagração do gênero humano ao divino Coração de Jesus (Varsóvia, 11 de junho de 1999): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 19 de junho de 1999), 2. [69] «Pois que o Sagrado Coração é o símbolo e a imagem sensível da caridade infinita de Jesus Cristo, caridade que nos anima a amarmo-nos uns aos outros, é natural que nos consagremos a este Coração Santíssimo. Proceder assim é darmo-nos e ligarmo-nos a Jesus Cristo […]. Hoje, eis que um outro emblema bendito e divino se oferece aos nossos olhos. É o Coração Sacratíssimo de Jesus, sobre o qual se ergue a cruz e que brilha com magnífico esplendor no meio das chamas. Nele devemos colocar todas as nossas esperanças; devemos pedir-lhe e esperar dele a salvação dos homens». Carta enc. Annum Sacrum (25 de maio de 1899): ASS 31 (1898-99), 649, 651. [70] «Neste símbolo, dentre todos o mais auspicioso, e no culto que ao Coração de Jesus tributamos, acaso não deparamos a síntese de toda a religião e regra de vida mais perfeita? Com efeito, esta devoção leva em pouco tempo as almas a estudar mais intimamente Cristo Jesus; excita-as com mais eficácia a um amor mais entusiasta, a mais fiel imitação». Carta enc. Miserentissimus Redemptor (8 de maio de 1928), 3: AAS 20 (1928), 167. [71] «É um ato de religião excelentíssimo, visto exigir de nós uma plena e inteira vontade de entrega e consagração ao amor do divino Redentor, do qual é sinal e símbolo vivo o seu coração traspassado […]. Nele podemos considerar não só um símbolo, mas também como que um compêndio de todo o mistério da nossa redenção […]. Jesus Cristo expressamente e repetidas vezes indicou o seu coração como símbolo com que estimular os homens ao conhecimento e à estima do seu amor; e ao mesmo tempo constituiu-o sinal e penhor de misericórdia e de graça para as necessidades da Igreja nos tempos modernos». Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 4, 43, 52: AAS 48 (1956), 311, 336, 340. [72] Catequese (8 de junho de 1994): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 11 de junho de 1994), 8. [73] Alocução do Angelus (1º de junho de 2008): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 7 de junho de 2008), 7. [74] Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 58: AAS 48 (1956), 344. [75] Cf. Ibid., 43: AAS 48 (1956), 336. [76] «O valor das revelações privadas é essencialmente diverso do da única revelação pública: esta exige a nossa fé [...]. Uma revelação privada [...] é uma ajuda, que é oferecida, mas da qual não é obrigatório fazer uso». Bento XVI, Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini (30 de setembro de 2010), 14: AAS 102 (2010), 696. [77] Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 52: AAS 48 (1956), 340. [78] Ibid., 58: AAS 48 (1956), 344. [79] Ibid., 57: AAS 48 (1956), 344. [80] Francisco, Exort. ap. C’est la confiance (15 de outubro de 2023), 20: L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 19 de outubro de 2023), 6. [81] Ms A, 83 vº: S. Teresa do Menino Jesus, Obras completas (Avessadas, 1996), 214. [82] S. Maria Faustina Kowalska, Diário, 22 de fevereiro de 1931, I Caderno, 47, (Curitiba, 2019), 34. [84] Carta ao Prepósito-Geral da Companhia de Jesus, Paray-le-Monial (5 de outubro de 1986): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 12 de outubro de 1986), 9. [85] Ata dos mártires de Lião. in: Eusébio de Cesareia, Hist. Eccles., V, 1, 22: PG 20, 418. [86] Rufino de Aquiléia (Trad.), Hist. Eccles., V, 1, 22. in: Griechischen Christlichen Schriftsteller 9/1 – Eusebius Werke II/1, 411. [87] S. Justino, Dial. 135: PG 6, 787. [88] Novaciano, De Trinitate, 29: PL 3, 944. Cf. S. Gregório de Elvira, Tractatus Origenis de libris Sanctarum Scripturarum, tract. XX, 12: CCSL 69, 144. [89] S. Ambrósio, Expl. Ps. I, 33: PL 14, 983-984. [90] Cf. Tract. in Joann. Ev. 61, 6: PL 35, 1801. [91] Epist. III, ad Ruffinum, 4: PL 22, 334. [92] Sermones in Cant. 61, 4: PL 183, 1072. [93] Cf. Expositio altera super Cantica Canticorum, c. 1: PL 180, 487. [94] Guilherme de Saint-Thierry, De natura et dignitate amoris, 1: PL 184, 379. [95] Idem, Meditativæ Orationes, meditatio VIII: PL 180, 230. [96] S. Boaventura, Lignum vitae, 30. Tradução em português: Liturgia das Horas (Ofício de Leituras da Solenidade do Sagrado Coração de Jesus – Segunda Leitura). [98] S. Gertrudes de Helfta , Legatus divinae pietatis, IV, 4, 4: SCh, 255, 66. [99] Léon Dehon, Directoire spirituel des prêtres du Sacré Cœur de Jésus (Thournout, 1936), II, cap. VII, n. 141. [100] O Diálogo, 18.4.2 – Compreensão da caridade de Cristo; (São Paulo, 2021), 162-163. [101] Cf. por exemplo: Angelus Walz, De veneratione divini cordis Iesu in Ordine Prædicatorum, Pontificium Institutum Angelicum, (Roma 1937). [102] Rafael García Herreros, San Juan Eudes (Bogotá,1943), 42. [103] Carta a S. Joana Francisca de Chantal (24 de abril de 1610) in: Œuvres de Saint François de Sales, t. XIV, Lettres, vol.4 (Annecy, 1906), 289. [104] Sermão para o II Domingo de Quaresma (20 de fevereiro de 1622). in: o. c., t. X, Sermons, vol. 4 (Annecy, 1898), 243-244. [105] Carta a S. Joana Francisca de Chantal (31 de maio de 1612). in: o. c., t. XV, Lettres, vol. 5 (Annecy, 1908), 221. [106] Carta a Marie-Aimée de Blonay (18 de fevereiro de 1618). in: o. c., t. XVIII, Lettres, vol. 8 (Annecy, 1912), 170-171. [107] Carta a S. Joana Francisca de Chantal (fins de novembro de 1609). in: o. c., t. XIV, Lettres, vol. 4 (Annecy, 1906), 214. [108] Carta a S. Joana Francisca de Chantal (aprox. 25 de fevereiro de 1610). Ibid., 253. [109] Les vrais entretiens spirituels, 12e. Entretien. in: o. c., t. VI (Annecy, 1895), 217. [110] Carta a S. Joana Francisca de Chantal (10 de junho de 1611). in: o. c., t. XV, Lettres, vol. 5 (Annecy, 1908), 63. [111] S. Margarida Maria Alacoque, Autobiografia, n. 53 (Braga, 1984), 57-58. [114] Cf. Dicastério para a Doutrina da Fé, Normas para proceder no discernimento de presumidos fenômenos sobrenaturais (17 de maio de 2024), Apresentação – Razão da nova redação das Normas; I, A, 12. [115] S. Margarida Maria Alacoque, Autobiografia, n. 92, o. c., 93. [116] Idem, Carta à Ir. de la Barge (22 de outubro de 1689): Vie et Œuvres de la Bienheureuse Marguerite-Marie Alacoque, t. 2 (Paris, 1915), 468. [117] Idem, Autobiografia, n. 53, o. c., 58. [119] S. Cláudio de La Colombière, Ato de confiança. in: Escritos Espirituales del beato Claudio de la Colombière, S.J. (Bilbao, 1979), 110. [120] Idem, Retiro em Londres (1 a 8 de fevereiro de 1677). [121] Idem, Exercícios espirituais em Lião (outubro-novembro de 1674). [122] Cf. Carta à Madame de Bondy (27 de abril de 1897). [123] Carta à Madame de Bondy (15 de abril de 1901). Cf. Carta à Madame de Bondy (5 de abril de 1909): «Por ti eu conheci as exposições do Santíssimo Sacramento, as bênçãos e o Sagrado Coração». [124] Carta à Madame de Bondy (7 de abril de 1890). [125] Carta ao Pe. Huvelin (27 de junho de 1892). [126] Méditations sur Ancien Testament (Roma, 1896). [127] Carta ao Pe. Huvelin (16 de maio de 1900). [128] Diário (17 de maio de 1906). [129] Carta 67, À Sra. Guérin (18 de novembro de 1888): S. Teresa do Menino Jesus, Obras completas (Avessadas, 1996), 373. [130] Carta 122, A Celina (14 de outubro de 1890): o. c., 445. [131] Poesia 23, Ao Sagrado Coração de Jesus (21 de junho ou de outubro de 1895): o. c., 735-736. [132] Carta 247, Ao Pe. Bellière (21 de junho de 1897): o. c., 625. [133] Últimos conselhos e recordações. Caderno Amarelo (11 de julho de 1897): o. c., 1156. [134] Carta 197, À Irmã. Maria do Sagrado Coração (17 de setembro de 1896): o. c., 567-569. Isto não significa que Teresa não oferecesse sacrifícios, dores e angústias como um modo de associar-se ao sofrimento de Cristo, mas que, quando queria ir ao fundo, preocupava-se em não dar a estes oferecimentos uma importância que não possuem. [135] Carta 142, A Celina (6 de julho de 1893): o. c., 476. [136] Carta 191, A Leónia (12 de julho de 1896): o. c., 557. [137] Carta 226, Ao Pe. Roulland (9 de maio de 1897): o. c., 608. [138] Carta 258, Ao Pe. Bellière (18 de julho de 1897): o. c., 639. [139] S. Inácio de Loyola, Exercícios Espirituais, n. 104. [141] Cf. Carta a Inácio de Loyola (23 de janeiro de 1541). [142] De Vita P. Ignatii et Societatis Iesu initiis, cap. 8 in: Juan Alfonso de Polanco, S.J., Vita Ignatii Loiolae et rerum Societatis Iesu historia, t. I (Madri, 1894), 64. [143] S. Inácio de Loyola, Exercícios Espirituais, n. 54. [145] XXIII Congregação Geral da Companhia de Jesus, Decreto 46, 1. in: Institutum Societatis Iesu, vol. 2 (Florença, 1893), 511. [146] En Él solo… la esperanza (Roma, 1982), 180. [147] Carta ao Prepósito-Geral da Companhia de Jesus, Paray-le-Monial (5 de outubro de 1986): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 12 de outubro de 1986), 9. [148] Conferências aos Missionários (13 de agosto de 1655). A pobreza. in: S. Vicente de Paúl, Obras completas, t. 11/3 (Salamanca, 1974) , 156. [149] Conferências às Filhas da Caridade (9 de dezembro de 1657). in: o. c., t. 9/2 , 974. [150] S. Daniel Comboni, Scritti, n. 3324. in: Daniele Comboni, Gli scritti (Bolonha, 1991), 998. [151] Cf. Homilia na Missa de Canonização (18 de maio de 2003): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 24 de maio de 2003), 8-9. [152] Carta enc. Dives in misericordia (30 de novembro de 1980), 13: AAS 72 (1980), 1219. [153] Catequese (20 de junho de 1979): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 24 de junho de 1979), 12. [154] Missionários Combonianos do Coração de Jesus, Regra de Vida, Constituições e Diretório Geral (Roma, 1988), 3. [155] Religiosas do Sagrado Coração de Jesus (Sociedade do Sagrado Coração), Constituições de 1982, 7. [156] Carta enc. Miserentissimus Redemptor (8 de maio de 1928), 14: AAS 20 (1928), 174. [157] Quando é exercitada a virtude da fé referida a Cristo, a alma acede não só a recordações, mas à realidade da sua vida divina (cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiæ, II-II, q. 1, a. 2, ad 2; q. 4, a. 1). [158] Carta enc. Miserentissimus Redemptor (8 de maio de 1928), 14: AAS 20 (1928), 174. [159] Francisco, Homilia na Missa Crismal (28 de março de 2024): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 28 de março de 2024), 4-5. [160] S. Inácio de Loyola, Exercícios Espirituais, n. 203. [161] Francisco, Homilia na Missa Crismal (28 de março de 2024): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 28 de março de 2024), 4. [162] S. Margarida Maria Alacoque, Autobiografia, n. 55, o. c., 60. [163] Idem, Carta ao Pe. Croiset (3 de novembro de 1689): Vie et Œuvres de la Bienheureuse Marguerite-Marie Alacoque, t. 2 (Paris, 1915), 576-577. [164] Idem, Autobiografia, n. 92, o. c., 93. [165] Carta enc. Annum Sacrum (25 de maio de 1899): ASS 31 (1898-1899), 649. [166] Juliano, Epist. XLIX ad Arsacium Pontificem Galatiae (Mainz, 1828), 90-91. [168] Dicastério para a Doutrina da Fé, Declaração Dignitas Infinita (2 de abril de 2024), 19. [169] Cf. Bento XVI, Carta ao Prepósito Geral da Companhia de Jesus na ocasião do 50º aniversário da Encíclica Haurietis Aquas (15 de maio de 2006): AAS 98 (2006), 461. [170] In Num. homil. 12, 1: PG 12, 657. [171] Epist. 29, 24: PL 16, 1060. [172] Adv. Arium 1, 8: PL 8, 1044. [173] Cf. Tract. in Joann. Ev. 32, 4: PL 35, 1643. [174] Expos. in Ev. S. Joannis, cap. 7, lectio 5. [175] Pio XII, Carta enc. Haurietis Aquas (15 de maio de 1956), 20: AAS 48 (1956), 321. [176] S. João Paulo II, Carta enc. Redemptoris Mater (25 de março de 1987), 38: AAS 79 (1987), 411. [177] Conc. Ecum. Vaticano II, Const. dogm. Lumen Gentium, 62. [179] Sermones super Cant., XX, 4: PL 183, 869. [180] Introdução à vida devota, p. III, c. 35. in: Œuvres de Saint François de Sales, t. III, (Annecy, 1893), 254-255. [181] Sermão para o XVII Domingo depois de Pentecostes. in: o. c., t. IX, (Annecy, 1897), Sermons, vol. 3, 200-201. [182] Retiro feito em Nazaré (5-15 de novembro de 1897). [183] A partir de 19 de março de 1902, todas as suas cartas são encabeçadas com as palavras Iesus Caritas, separadas por um coração encimado por uma cruz. [184] Carta ao Pe. Huvelin (15 de julho de 1904). [185] Carta a D. Martin (25 de janeiro de 1903). [186] Anexo VI. in: René Voillaume, Les fraternités du Père de Foucauld (Paris, 1946), 173. [187] Méditations des saints Évangiles sur les passages relatifs à quinze vertus (Nazaré, 1897-1898), Charité 77 ( Mt 20,28). in: Charles de Foucauld, Aux plus petits de mes frères, (Paris, 1973), 82. [188] Ibid., Charité 90 ( Mt 27, 30). in: o. c., 95. [189] Henri Huvelin, Quelques Directeurs d’Âmes au XVII siècle (Paris, 1911), 97 [190] Conferências às Filhas da Caridade (11 de novembro de 1657). in: S. Vicente de Paúl, Obras completas, t. 9/2 (Salamanca, 1974) , 917. [191] Regras comuns da Congregação da Missão (17 de maio de 1658), c. 2, 6. in: o. c., t. 10, 470. [192] Carta ao Prepósito-Geral da Companhia de Jesus, Paray-le-Monial (5 de outubro de 1986): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 12 de outubro de 1986), 9. [193] S. João Paulo II, Exort. ap. pós-sinodal Reconciliatio et Pænitentia (2 de dezembro de 1984), 16: AAS 77 (1985), 215. [194] Cf. Carta enc. Sollicitudo Rei Socialis (30 de dezembro de 1987), 36: AAS 80 (1988), 561-562. [195] Carta enc. Centesimus annus (1º de maio de 1991), 41: AAS 83 (1991), 844-845. [196] Catecismo da Igreja Católica, n. 1888. [197] Cf. Catequese (8 de junho de 1994): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 11 de junho de 1994), 8. [198] Francisco, Discurso aos participantes do Colóquio internacional “Réparer l´irréparable”, no 350º aniversário das aparições de Jesus em Paray-le-Monial (4 de maio de 2024): L’Osservatore Romano (ed. quotidiana de 4 de maio de 2024), p. 12. [200] Idem, Homilia na Missa matutina de Santa Marta (6 de março de 2018): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 15 de março de 2018), 12-13. [201] Idem, Discurso aos participantes do Colóquio internacional “Réparer l´irréparable”, no 350º aniversário das aparições de Jesus em Paray-le-Monial (4 de maio de 2024): L’Osservatore Romano (4 de maio de 2024), p. 12. [202] Idem, Homilia na Missa Crismal (28 de março de 2024): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 28 de março de 2024), 5. [205] Carta enc. Laudato si’ (24 de maio de 2015), 80: AAS 107 (2015), 879. [206] Catecismo da Igreja Católica, n. 1085. [208] Autobiografia, n. 53: o. c., 57 [209] Ms A, 84 rº: S. Teresa do Menino Jesus, Obras completas (Avessadas, 1996), 214-215. [212] Ms A, 83 vº: o. c., 214. Cf. Carta 226, Ao Pe. Roulland (9 de maio de 1897): o. c., 606-610. [213] Oração 6. Oferecimento de mim mesma como Vítima de Holocausto ao Amor Misericordioso de Deus, 2 rº–2 vº: o. c., 1078. [215] Carta 186, A Leónia (11 de abril de 1896): o. c., 549. [216] Carta 258, Ao Pe. Bellière (18 de julho de 1897): o. c., 557. [217] Pio XI, Carta enc. Miserentissimus Redemptor (8 de maio de 1928), 6: AAS 20 (1928), 169. [218] Ibid., 11: AAS 20 (1928), 172. [219] S. João Paulo II, Catequese (20 de junho de 1979): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 24 de junho de 1979), 12. [220] Francisco, Homilia na Missa matutina de Santa Marta (27 de junho de 2014): L’Osservatore Romano (ed. semanal em espanhol de 4 de julho de 2014), 10. [221] Mensagem por ocasião do centenário da consagração do género humano ao divino Coração de Jesus (Varsóvia, 11 de junho de 1999): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 19 de junho de 1999), 2. [223] Carta a D. Louis-Marie Billé, Arcebispo de Lião, por ocasião da peregrinação a Paray-le-Monial (4 de junho de 1999): L’Osservatore Romano (ed. semanal em português de 19 de junho de 1999), 1. [224] Conferências aos Missionários (22 de agosto de 1655). in: S. Vicente de Paúl, o. c., t. 11/3 , 190. [225] Carta Diserti interpretes (25 de maio de 1965): Enchiridion della Vita Consacrata (Bolonha/Milão, 2001), n. 3809. [226] Vida Nova, XIX, 5-6. Trad. de Carlos Eduardo Soveral, (Lisboa, 1993), 39. [227] Ms A, 45 vº: S. Teresa do Menino Jesus, Obras completas (Avessadas, 1996), 143.
Deslize para navegar entre capítulos