Tédio espiritual, desânimo profundo que leva o monge a abandonar a oração, o trabalho e a vida comunitária. Os Padres do Deserto a chamavam de "demônio do meio-dia" — ataca quando a rotina se torna pesada e Deus parece distante. Não é preguiça comum, mas uma aridez da alma que só se vence pela perseverança.
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