Pular para o conteúdo
Ora et Labora

Novidade: App disponível para iPhone e Android. Conheça →

sexta-feira, 15 de janeiro de 2027

São Mauro e São Plácido, monges, discípulos de São Bento

Memória · BrancoTempo Comum (1ª parte)

Celebração do dia

São Mauro e São Plácido, monges, discípulos de São Bento · Memória · 1ª semana do Tempo Comum · Ano B · cor branco

Santo do dia

Leituras da Missa

Primeira leitura

Leitura da Carta aos Hebreus 4, 1-11

1Temamos pois que, desprezando a promessa (de Deus) de entrar no seu descanso, haja algum dentre vós que dele seja excluído. 2Da mesma forma que eles (Israelitas), também nós recebemos a boa nova; porém a palavra que eles ouviram, não lhes aproveitou, por não ser acompanhada da fé por parte daqueles que a tinham ouvido. 3Porém nós, que cremos, entraremos no descanso (do céu), segundo disse: Como jurei na minha ira, não entrarão no meu descanso (S. 95,11). Com certeza (Deus fala daquele descanso que teve lugar quando) estavam concluídas as suas obras depois da criação do mundo. 4Com efeito, em certo lugar falou assim do sétimo dia: E Deus descansou no sétimo dia de todos as suas obras (Gn. 2, 2). 5E outra vez: Não entrarão no meu descanso (Ps. 94, 11). 6Como, pois, alguns entram nele, e aqueles, a quem primeiro foi anunciada a boa nova, não entraram por causa da sua incredulidade, 7(Deus) fixa de novo um certo dia (que ele chama). Hoje, dizendo, por meio de David, muito tempo depois, o que acima foi citado: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações. 8De fato, se Josué lhes tivesse dado o descanso, Deus não teria falado, depois disso, de um outro dia. 9Resta portanto um repouso sabático (no céu) para o povo de Deus. 10Realmente aquele que entrou no descanso de Deus, também repousa das suas obras, como Deus das dele. 11Apressemos-nos, pois, a entrar naquele descanso, para que ninguém caia, dando tal exemplo de desobediência.

Palavra do Senhor.

Salmo do dia

Sl 77(78)

A fonte indica o salmo, não as estrofes: aqui vai o salmo inteiro, da Bíblia da casa; o refrão e a divisão em estrofes são do Lecionário.

O salmo inteiro (72 versículos)
1MaskiL De Asaf. Escuta, povo meu, o meu ensinamento; inclina os teus ouvidos às palavras da minha boca. 2Abrirei em parábolas a minha boca, publicarei os enigmas dos tempos antigos. 3O que ouvimos e aprendemos, e o que nossos pais nos contaram, 4não o ocultaremos aos seus filhos, narraremos à geração vindoura os louvores do Senhor, o seu poder e as maravilhas que fez. 5Ele fixou uma regra em Jacob, estabeleceu uma lei em Israel, (no sentido de) que tudo o que ordenou aos nossos país, eles o fizessem conhecer a seus filhos, 6para que o saiba a geração vindoura, os filhos que hão-de nascer, e estes se levantem e contem também a seus filhos, 7para que ponham em Deus a sua esperança, e não se esqueçam das obras de Deus, mas observem os seus mandamentos; 8para que não sejam como seus pais, uma geração rebelde e contumaz: uma geração, que não teve coração recto, nem espírito fiel a Deus. 9Os filhos de Efraim, que lutavam com o arco, voltaram costas no dia da batalha. 10Não guardaram a aliança feita com Deus, recusaram andar na sua lei, 11esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que fez à vista deles. 12Diante de seus pais fez maravilhas na terra do Egipto, no campo de Tanis. 13Dividiu o mar, por ele os fez passar, e conteve as águas como um dique. 14Guiou-os de dia por meio duma nuvem, e toda a noite com resplendor de fogo. 15Fendeu as pedras no deserto, e deu-lhes a beber água, como ondas abundantes. 16Fez brotar arroios da pedra, e correr as águas como rios. 17(Apesar disto) continuaram a pecar contra ele, a ofender o Altíssimo no deserto. 18Tentaram a Deus nos seus corações, pedindo iguarias que fossem do seu gosto. 19E falaram contra Deus. Disseram: "Porventura poderá Deus preparar uma mesa no deserto? 20Sem dúvida ele feriu a pedra, e correram águas, manaram torrentes; porventura poderá também dar pão, ou preparar carne para o seu povo?" 21Por isso o Senhor, ao ouvir isto, ardeu em ira, e um fogo se acendeu contra Jacob, e cresceu a ira contra Israel, 22porque (os israelitas) não creram em Deus, nem esperaram no seu auxilio. 23Porém, do alto mandou às nuvens e abriu as portas do céu; 24fez chover sobre eles maná para comerem, deu-lhes um pão do céu. 25O homem comeu o pão dos fortes: enviou-lhes víveres até à saciedade. 26Levantou no céu o vento leste e enviou com o seu poder o vento sul. 27Fez chover sobre eles carnes (tão abundantes) como pó, aves de penas como areia do mar, 28que caíram no meio dos seus acampamentos, em redor das suas tendas. 29Comeram c fartaram-se plenamente. Assim (Deus) satisfez o desejo deles. 30Todavia, ainda não tinham acabado de saciar o seu apetite, ainda estavam as iguarias na sua boca, 31quando a ira de Deus se inflamou contra eles e matou os mais robustos dentre eles, derribou os jovens de Israel. 32Depois de tudo isto, voltaram a pecar, não creram nas suas maravilhas. 33E consumiu rapidamente os seus dias, e os seus anos com extermínio repentino. 34Quando os feria de morte, buscavam-no: convertendo-se, buscavam a Deus; 35lembravam-se que Deus era a sua rocha (de defesa), que o Deus altíssimo era seu redentor. 36Porém enganavam-no com a sua boca, com a sua língua lhe mentiam. 37O seu coração não era recto com ele, nem eram fiéis à sua aliança. 38Mas ele, misericordioso, perdoava a sua culpa, não os destruía; conteve muitas vezes a sua ira, não descarregou (contra eles) todo o seu furor. 39Lembrou-se que eram carne (frágil), um sopro que passa e não volta. 40Quantas vezes o provocaram no deserto, o contristaram na solidão 41E voltaram a tentar a Deus, a exacerbar o santo de Israel. 42Não se lembraram do que ele tinha feito no dia em que os libertou da mão do opressor, 43quando fez resplandecer no Egipto os seus prodígios, e as suas maravilhas no campo de Tanis, 44quando converteu em sangue os seus rios e os seus arrolos, para que não pudessem beber deles. 45Enviou contra eles moscas, que os devoraram, e rãs, que os infestaram; 46entregou as suas colheitas ao pulgão, e o fruto do seu trabalho ao gafanhoto. 47Destruiu com saraiva as suas vinhas, e os seus sicómoros com geada. 48E entregou à saraiva os seus jumentos, e os seus rebanhos aos raios. 49Descarregou sobre eles o furor da sua ira, a indignação, o furor e a tribulação: um tropel de portadores de calamidade. 50Abriu caminho à sua ira, não os preservou da morte, e entregou os seus animais à peste. 51Feriu todo o primogênito no Egipto, as primícias dos seus partos, nas tendas de Cam. 52E fez sair o seu povo como ovelhas, e guiou-os como um rebanho no deserto. 53Conduziu-os seguros e não temeram, e o mar cobriu os seus inimigos. 54E fez que chegassem à sua terra santa, aos montes que ele adquiriu com a sua dextra. 55Expulsou de diante deles as gentes, e repartiu-lhas por sorte em herança, e fez habitar em suas tendas as tribos de Israel. 56Eles, porém, tentaram e provocaram de novo ao Deus Altíssimo não guardaram os seus preceitos. 57Fraquejaram e prevaricaram como seus pais, desviaram-se como um arco que falha. 58Excitaram-no à ira nas suas colinas, e com os ídolos que esculpiram inflamaram-lhe o zelo. 59Ouviu-os Deus, ardeu em furor e repudiou asperamente Israel. 60E abandonou a morada de Silo, o tabernáculo, onde habitava entre os homens. 61E entregou ao cativeiro (a Arca que era) a sua força, e (colocou) a sua glória nas mãos do inimigo. 62Entregou o seu povo à espada, indignou-se contra, a sua herança. 63O fogo devorou os seus jovens, e as suas virgens não celebraram desposórios. 64Os seus sacerdotes pereceram à espada, e as suas viúvas não derramaram lágrimas. 65E o Senhor despertou como de um sono, como um guerreiro dominado pelo vinho. 66E feriu os seus inimigos pelas costas: infligiu-lhes uma eterna ignomínia. 67E rejeitou o tabernáculo de José, e não escolheu a tribo de Efraim, 68Mas escolheu a tribo de Judá, o monte de Sião que amou. 69Edificou o seu santuário, como um céu, na terra que fundou para sempre. 70Escolheu Davide, seu servo, e tomou-o do meio dos apriscos das ovelhas: 71chamou-o, quando ia atrás das que amamentavam, para que apascentasse Jacob, seu povo, e Israel, sua herança. 72E ele apascentou-os segundo a integridade do seu coração, e com a prudência das suas mãos os conduziu.

Evangelho do dia

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 2, 1-12

1Passados alguns dias, entrou Jesus outra vez em Cafarnaum, 2e soube-se que ele estava em casa. Juntou-se muita gente, de modo que não se cabia, nem mesmo diante da porta. E ele pregava-lhes a palavra. 3Foram ter com ele, conduzindo um paralítico, que era transportado por quatro. 4Como não pudessem apresentar-lho por causa da multidão, descobriram o tecto pela parte debaixo da qual estava Jesus, e, tendo feito uma abertura, desceram o leito, em que jazia o paralítico. 5Vendo Jesus a fé daqueles homens, disse ao paralítico: "Filho, são-te perdoados os teus pecados." 6Estavam ali sentados alguns escribas, os quais iam discorrendo nos seus corações: 7"Como fala assim este homem? Ele blasfema. Quem pode perdoar os pecados, senão só Deus?" 8Jesus, conhecendo logo no seu espírito que eles discorriam desta maneira dentro de si, disse-lhes: Porque pensais isso nos vossos corações? 9O que é menos difícil dizer ao paralítico: Os teus pecados te são perdoados; ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito, e anda? 10Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar pecados... 11eu te ordeno, disse ao paralítico: "Levanta-te, toma o teu leito, e vai para tua casa." 12Imediatamente ele se levantou, e, tomando o seu leito, retirou-se à vista de todos, de maneira que todos se admiraram e louvavam a Deus, dizendo: "Nunca tal vimos."

Palavra da Salvação.

É sobre o Evangelho deste dia que a Lectio Divina se faz.

As leituras e o salmo vêm da Bíblia da casa, não da tradução proclamada na Missa no Brasil, que é a da CNBB. O salmo responsorial traz a referência e o texto: os versos indicados, ou o salmo inteiro quando a fonte não os indica; o refrão, a divisão em estrofes, as antífonas e as orações são do Missal e do Lecionário, e não se reproduzem aqui.

A Regra de São Bento neste dia

Na divisão tradicional, que lê a Regra inteira três vezes por ano.

Os cantos da Missa (Graduale)

Comum dos Santos e das Santas

O canto gregoriano próprio desta Missa, com as partituras.