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Ora et Labora

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sexta-feira, 2 de julho de 2027

6ª-feira da 13ª Semana do Tempo Comum

Féria · VerdeTempo Comum (2ª parte)

Celebração do dia

6ª-feira da 13ª Semana do Tempo Comum · Ano B · cor verde

Leituras da Missa

Primeira leitura

Leitura do Livro do Gênesis 23, 1—24, 67

1Sara viveu cento e vinte e sete anos, 2e morreu na cidade de Arbeia, que é Hebron, na terra de Canaan. Abraão veio para a prantear e chorar. 3Quando se levantou, depois de acabado o pranto fúnebre, falou aos filhos de Heth, dizendo: 4sou forasteiro e peregrino entre vós: dai-me o direito da sepultura entre vós, para eu sepultar a minha defunta. 5Os filhos de Heth responderam, dizendo: 6senhor, ouve-nos: tu és entre nós um príncipe de Deus: sepulta a tua defunta nas nossas mais belas sepulturas, que nenhum de nós te proibirá que a sepultes no seu túmulo. 7Abraão levantou-se e inclinou-se diante do povo daquela terra, isto é, diante dos filhos de Heth, 8e disse-lhe: se é do vosso agrado que eu sepulte a minha defunta, ouvi-me e intercedei por mim junto de Efron, filho de Seor, 9para que ele me ceda a dupla caverna, que tem na extremidade do seu campo; pelo seu justo preço me ceda diante de vós, para que eu seja seu dono, e dela faça um sepulcro. 10Ora Efron estava (sentado) no meio dos filhos de Heth. Efron respondeu a Abraão, ouvindo-o todos os que entravam pela porta da cidade, assim: 11de nenhuma sorte, meu senhor, mas antes ouve o que digo: dou-te o campo e a caverna que nele há, em presença dos filhos do meu povo: Sepulta a tua defunta. 12Abraão inclinou-se, outra vez, diante do povo daquela terra, 13e disse a Efron, em presença da multidão: peço-te que me ouças: eu te darei o dinheiro pelo campo; recebe-o, e assim sepultarei nele a minha defunta. 14Efron respondeu: 15meu Senhor, ouve-me: a terra, que tu pedes, vale quatrocentos siclos de prata: este é o (seu) preço entre mim e ti; mas que é isto? Sepulta a tua defunta. 16Tendo ouvido isto, Abraão pesou na presença dos filhos de Heth o dinheiro que Efron tinha pedido, isto é, quatrocentos siclos de prata de boa moeda corrente 17E o campo, outrora de Efron, no qual estava uma dupla caverna, que olhava para Mambré, tanto o campo como a caverna, e todas as árvores que estavam em redor dentro dos seus confins, 18tudo foi cedido em pleno domínio a Abraão, na presença dos filhos de Heth e de todos os que entravam pela porta daquela cidade. 19Deste modo, Abraão sepultou Sara, sua mulher, na dupla caverna do campo que olha para Mambré, que é Hebron, na terra de Canaan. 20E foi confirmado a Abraão pelos filhos de Heth o domínio do campo e da caverna, que havia nele, para servir de sepulcro. Capítulo 24 1Ora Abraão, já velho e de idade avançada, vendo que o Senhor em tudo o tinha abençoado, 2disse ao servo mais antigo da sua casa, que governava tudo o que possuía: Põe a tua mão por baixo da minha coxa, 3para eu te fazer jurar pelo Senhor, Deus do céu e da terra, que não tomarás para mulher de meu filho (nenhuma) das filhas dos Cananeus, entre os quais habito, 4mas que irás à minha terra e aos meus parentes, e daí tomarás mulher para meu filho Isaac. 5Respondeu o Servo: Se a mulher não quiser vir comigo para esta terra, porventura devo eu reconduzir teu filho para o lugar donde saiste? 6Abraão disse: Guarda-te de reconduzir jámais para lá o meu filho. 7O Senhor Deus do céu, que me tirou da casa de meu pai e da terra do meu nascimento, que me falou e me jurou dizendo: A tua estirpe darei esta terra — ele mandará o seu anjo diante de ti, e tomarás lá uma mulher para meu filho. 8Porém, se a mulher não quiser seguir-te, não estarás obrigado ao juramento: sòmente não reconduzas para lá o meu filho. 9Pôs, portanto, o Servo a mão debaixo da coxa de Abraão, seu Senhor, e jurou-lhe fazer o que lhe tinha sido dito. 10Tomou dez camelos do rebanho de seu senhor, e partiu, levando consigo de todos os seus bens; pôs-se a caminho, andando para a Mesopotâmia, para a cidade de Nacor. 11E, tendo pela tarde feito descansar os camelos fora da cidade junto a um poço de água, na ocasião em que as mulheres costumam sair a tirar água, disse: 12Ó Senhor Deus do meu Senhor Abraão, rogo-te me auxilies hoje, e uses de misericórdia para com meu senhor Abraão. 13Eis que estou ao pé desta fonte de água, e as filhas dos habitantes desta cidade sairão a vir tirar água: 14portanto a donzela a quem eu disser: Inclina o teu cântaro para eu beber — e ela responder: Bebe, e também darei de beber a teus camelos — essa é aquela que destinaste para teu servo Isaac: por isso conhecerei que usaste de misericórdia com o meu senhor. 15Ainda não tinha acabado de dizer no seu interior estas palavras, quando Rebeca, filha de Batuel, filho de Melca, mulher de Nacor, irmão de Abraão, saía com um cântaro aos ombros. 16Era uma donzela linda em extremo, virgem formosíssima não conhecida por homem algum: tinha descido à fonte, enchido o cântaro, e já voltava. 17Mas o Servo saiu-lhe ao encontro e disse: Dá-me de beber um pouco de água do teu cântaro. 18Ela respondeu: Bebe, meu senhor: e prontamente inclinou o cântaro sobre o seu braço, e lhe deu de beber. 19Tendo ele bebido, ela acrescentou: Também para os teus camelos tirarei água, até que todos bebam. 20Despejando o cântaro nas pias, correu de novo ao poço a tirar água, e, tirada, deu a todos os camelos. 21Ora ele contemplava-a em silêncio, querendo saber se o Senhor teria ou não tornado feliz a sua viagem. 22Depois que os camelos beberam, tirou um anel de ouro, de meio siclo de peso, e dois braceletes, que pesavam dez siclos, 23e perguntou-lhe: De quem és filha? Dize-me: Há em casa de teu pai lugar em que se fique? 24Ela respondeu: Sou filha de Batuel, filho de Melca, o qual ela deu à luz a Nacor, 25E acrescentou: Em nossa casa há muita palha e feno, e lugar espaçoso para ficar. 26Aquele homem inclinou-se, e adorou o Senhor, 27dizendo: Bendito o Senhor Deus do meu Senhor Abraão, que não retirou a sua misericórdia e a sua verdade do meu senhor, e me conduziu por um caminho direito à casa do irmão do meu senhor. 28A donzela, pois, correu, e contou em casa de sua mãe tudo o que tinha ouvido. 29Ora Rebeca tinha um irmão, chamado Labão, o qual, apressado, saiu a ir ter com aquele homem, onde estava a fonte. 30Tendo visto as arrecadas e os braceletes nas mãos de sua irmã, e tendo ouvido todas as palavras que ela referia: Aquele homem disse-nos estas e estas coisas — foi ter com ele, que estava junto dos camelos e perto da fonte, 31e disse-lhe: Entra, bendito do Senhor; porque estás fora? Eu já preparei a casa (para ti), e um lugar para os camelos. 32Introduziu-o, pois, na habitação, descarregou os camelos e deu-lhes palha e feno, e (trouxe) água para lavar os pés dele e dos homens que com ele tinham vindo. 33Depois serviu-lhe de comer. Porém (o servo) disse: Não comerei enquanto não expuser o que tenho para dizer. (Labão) respondeu-lhe: Fala. 34Então ele disse: Sou servo de Abraão; 35o Senhor encheu de bênçãos o meu senhor e o engrandeceu, dando-lhe ovelhas e bois, prata e ouro, criados e criadas, camelos e jumentos. 36Sara, mulher do meu senhor, deu-lhe na sua velhice um filho, a quem ele deu tudo o que tinha. 37O meu senhor fez-me jurar, dizendo: Não tomarás para meu filho mulher das filhas de Cananeus, em cuja terra habito, 38mas irás a casa de meu pai e tomarás da minha parentela mulher para meu filho. 39Respondi ao meu senhor: E se a mulher não quiser vir comigo? 40O Senhor, me disse ele, em cuja presença ando, mandará o seu anjo contigo, dirigirá o teu caminho, e tomarás para meu filho uma mulher da minha parentela; e da casa de meu pai. 41Serás isento da minha maldição, quando tiveres ido a casa dos meus parentes, e eles não ta derem. 42Eu, pois, cheguei hoje à fonte, e disse: Ó Senhor Deus do meu senhor Abraão, se tu dirigiste o caminho em que eu agora vou, 43eis que estou ao pé (desta) fonte de água: se a donzela que sair para tirar água, e ouvir de mim: Dá-me de beber um pouco de água do teu cântaro, 44me disser: Bebe, e eu tirarei também para os teus camelos — seja essa a mulher que o Senhor destinou para o filho do meu senhor. 45Ora, enquanto eu considerava comigo em silêncio estas coisas, apareceu Rebeca, que vinha com o cântaro ao ombro, desceu à fonte e tirou água. Eu disse-lhe: Dá-me um pouco de beber. 46Ela apressando-se, desceu o cântaro do ombro e disse-me: Bebe, e eu darei também de beber aos teus camelos. Bebi e ela deu (também) água aos camelos. 47Interroguei-a: De quem és tu filha? Ela respondeu: Sou filha de Batuel, filho de Nacor e de Melca. Eu, então, coloquei-lhe o anel no nariz e pus-lhe nos pulsos os braceletes. 48Depois, inclinado, adorei o Senhor, bendizendo o Senhor Deus do meu senhor Abraão, o qual me conduziu por um caminho direito, a fim de tomar para seu filho uma filha do irmão de meu senhor. 49Por isso se usais de bondade e lealdade com o meu senhor, declarai-mo: se porém, outra coisa é do vosso agrado, dizei-mo também, para que eu vá para a direita ou para a esquerda. 50Labão e Batuel responderam: Do Senhor saíram estas palavras, e nós não podemos dizer-te outra coisa fora da sua vontade. 51Eis Rebeca na tua presença, toma-a e parte, e seja esposa do filho de teu senhor, conforme o Senhor falou. 52O servo de Abraão, tendo ouvido isto, prostrando-se por terra, adorou o Senhor, 53e, tendo tirado vasos de prata e de ouro, e vestidos, deu-os a Rebeca de presente, e também ofereceu dádivas a seus irmãos e à mãe. 54Preparado o banquete comeram e beberam, e ficaram ali (aquela noite). Levantando-se pela manhã, disse o servo: Deixas-me ir, para que vá ter com o meu senhor. 55Mas os irmãos dela e a mãe responderam: Fique a donzela connosco ao menos dez dias, e depois partirá. 56Não queirais, respondeu-lhes, demorar-me, porque o Senhor dirigiu o meu caminho: Deixas que eu vá para o meu senhor. 57Eles disseram: Chamemos a donzela e saibamos qual é a sua vontade. 58Chamaram-na, pois, e perguntaram-lhe: queres ir com este homem? Ela respondeu: Irei. 59Deixaram-na, pois, partir juntamente com a sua ama de leite, e o servo de Abraão e seus companheiros, 60fazendo votos pelas prosperidades de sua irmã, dizendo: És nossa irmã, cresce em milhares de milhares, e a tua posteridade possua as portas de seus inimigos. 61Então Rebeca e suas criadas, montadas nos camelos, seguiram aquele homem, o qual a toda a pressa voltava para o seu Senhor. 62Ora, naquele tempo, Isaac passeava pelo caminho que conduz ao poço, chamado (poço) do que vive e do que vê, porque habitava no pais meridional. 63Tinha saído ao campo para meditar, ao cair da noite, e, levantando os olhos, viu ao longe vir os camelos. 64Rebeca também, tendo visto Isaac desceu do camelo 65e disse ao servo: Quem é aquele homem que vem pelo campo ao nosso encontro? Ele respondeu: É o meu senhor. Ela tomou depressa o véu e cobriu-se. 66O servo contou a Isaac tudo o que tinha feito. 67Ele introduziu-a na tenda de Sara, sua mãe, recebeu-a por mulher, e tão extremosamente a amou, que moderou a dor que lhe ocasionara a morte de sua mãe.

Palavra do Senhor.

Salmo do dia

Sl 105(106)

A fonte indica o salmo, não as estrofes: aqui vai o salmo inteiro, da Bíblia da casa; o refrão e a divisão em estrofes são do Lecionário.

O salmo inteiro (48 versículos)
1Aleluia. Louvai o Senhor, porque é bom, porque a sua misericórdia é eterna. 2Quem poderá referir as obras do poder do Senhor, contar todos os seus louvores? 3Bem-aventurados os que observam os seus preceitos, que praticam a justiça em todo o tempo. 4Lembra-te de mim, Senhor, segundo a tua benevolência para com o teu povo; visita-me com o teu auxílio, 5para que me deleite com a felicidade dos teus escolhidos, para que eu goze com o gozo do teu povo, para que me glorie com a tua herança. 6Pecámos com os nossos pais, cometemos a iniquidade, procedemos impiamente. 7Nossos pais no Egipto não consideraram as tuas maravilhas, não se lembraram da multidão das tuas graças, antes se revoltaram contra o Altíssimo junto do Mar Vermelho. 8Mas (o Senhor) salvou-os, por amor do seu nome, para mostrar o seu poder. 9Ameaçou o mar Vermelho, e ele secou-se; e conduziu-os por entre as ondas, como por um deserto. 10E salvou-os da mão do que os odiava, livrou-os da mão do inimigo. 11As águas cobriram os seus adversários, não escapou um só deles. 12E deram crédito às suas palavras, cantaram os seus louvores. 13Porém, depressa esqueceram as suas obras, não esperaram a realização do seu desígnio. 14No deserto entregaram-se à concupiscência, e tentaram a Deus na solidão. 15Concedeu-lhes o que pediam, mas mandou-lhes o esgotamento. 16Tiveram inveja de Moisés nos acampamentos, e de Aarão, o Santo do Senhor. 17Abriu-se a terra e tragou Datan, e sepultou o bando de Abiron. 18E ateou-se fogo contra o bando de ambos: a chama consumiu os iníquos. 19Fizeram um bezerro em Horeb e adoraram um ídolo de ouro fundido. 20E trocaram a sua glória pelo simulacro dum touro que come feno. 21Esqueceram-se de Deus, que os tinha salvado, que tinha operado prodígios no Egipto, 22maravilhas na terra de Cam, coisas terríveis no mar vermelho. 23(Deus) pensava exterminá-los, se Moisés, seu escolhido, não tivesse intercedido junto dele, a fim de afastar a sua ira, para que não os exterminasse. 24Desprezaram uma terra desejável, não deram crédito à sua palavra. 25Murmuraram nas suas tendas, não obedeceram ao Senhor. 26(Por isso) jurou-lhes com a mão levantada que os prostraria no deserto, 27que dispersaria a sua posteridade entre as nações, e os disseminaria por diversos países. 28E aderiram a Beelfegor e comeram os sacrifícios de deuses mortos. 29Provocaram-no com os seus crimes, mas caiu sobre eles um flagelo. 30Fineias apresentou-se e fez justiça, e cessou o flagelo, 31E (este zelo) foi-lhe contado como justiça, por todas as gerações para sempre. 32Irritaram-no junto das Águas de Meriba, e aconteceu mal a Moisés por causa deles, 33porque exacerbaram o seu espírito, e ele falou inconsideradamente com os seus lábios. 34Não exterminaram os povos, que o Senhor lhes tinha mandado. 35(Pelo contrário) misturaram-se com os gentios, aprenderam as suas acções, 36e adoraram as suas estátuas, que se tornaram um laço para eles. 37Imolaram os seus filhos e as suas filhas aos demônios. 38Derramaram o sangue inocente: o sangue de seus filhos e de suas filhas, que imolaram aos ídolos de Canaan. E (assim) a terra ficou profanada com sangue. 39Contaminaram-se com as suas obras, prostituíram-se com os seus crimes. 40(Por isso) incendiou-se o furor do Senhor contra o seu povo, e abominou a sua herança. 41Entregou-os ao poder dos gentios, e dominaram-nos aqueles que os odiavam. 42Os seus inimigos angustiaram-nos, e (eles) foram oprimidos sob a sua mão. 43Muitas vezes Deus os livrou; eles porém irritaram-no com os seus (impios) desígnios, e foram prostrados pelas suas próprias iniquidades. 44Todavia (Deus) volveu os olhos para a sua angústia, quando ouviu a sua súplica. 45Lembrou-se, em favor deles, da sua aliança, teve piedade deles segundo a sua grande misericórdia. 46E conciliou-lhes a misericórdia de todos aqueles que os tinham levado cativos. 47Salva-nos, Senhor, nosso Deus, recolhe-nos dentre as nações, para que celebremos o teu santo nome, e nos gloriemos em louvar-te. 48Bendito seja o Senhor, Deus de Israel, de século em século. E todo o povo diga: Assim seja! Aleluia!

Evangelho do dia

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9, 9-13

9Partindo Jesus dali, viu um homem que estava sentado no telónio, chamado Mateus, e disse-lhe: "Segue-me." E ele, levantando-se, o seguiu. 10Acontecem que, estando (Jesus) sentado à mesa em casa deste homem, eis que, vindo muitos publicanos e pecadores, se sentaram à mesa com Jesus e com os seus discípulos. 11Vendo isto, os fariseus diziam aos seus discípulos: Por que motivo come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? 12Jesus, ouvindo isto, disse: "Os sãos não têm necessidade de médico, mas sim os enfermos. 13Ide, e aprendei o que significa: Quero misericórdia e não sacrifício (Os. 6, 6). Porque eu não vim chamar os justos, mas os pecadores."

Palavra da Salvação.

É sobre o Evangelho deste dia que a Lectio Divina se faz.

As leituras e o salmo vêm da Bíblia da casa, não da tradução proclamada na Missa no Brasil, que é a da CNBB. O salmo responsorial traz a referência e o texto: os versos indicados, ou o salmo inteiro quando a fonte não os indica; o refrão, a divisão em estrofes, as antífonas e as orações são do Missal e do Lecionário, e não se reproduzem aqui.

A Regra de São Bento neste dia

Na divisão tradicional, que lê a Regra inteira três vezes por ano.

Os cantos da Missa (Graduale)

13º Domingo do Tempo Comum

O canto gregoriano próprio desta Missa, com as partituras.