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Ora et Labora

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quarta-feira, 21 de novembro de 2035

Apresentação de Nossa Senhora

Memória · BrancoTempo Comum (2ª parte)

Celebração do dia

Apresentação de Nossa Senhora · Memória · Tempo Comum · Ano A · cor branco

Santo do dia

Apresentação de Nossa Senhora

Leituras da Missa

Leituras da memória de Apresentação de Nossa Senhora, como se proclamam no Brasil. As leituras da féria seguem abaixo, como alternativa.

Primeira leitura

Leitura da Profecia de Zacarias 2, 14-17

A Igreja a lê com saltos; aqui vai o trecho seguido, Zc 2, 10-13.

Numeração litúrgica (Nova Vulgata) Zc 2, 14-17; na Bíblia da casa (Vulgata Clementina) Zc 2, 10-13.

10Filha de Sião, entoa cânticos, alegra-te, porque eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. 11Naquele dia se chegarão muitas nações ao Senhor, e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos é que me enviou a ti. 12O Senhor possuirá Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá outra vez Jerusalém. 13Toda a carne esteja em silêncio diante da face do Senhor, porque ele se levantou da sua santa habitação.

Palavra do Senhor.

Salmo do dia

Lc 1, 46-47.48-49.50-51.52-53.54-55

O texto é o da Bíblia da casa; o refrão e a divisão em estrofes são do Lecionário e não se reproduzem aqui.

46Então Maria disse: "A minha alma glorifica o Senhor; 47e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador, 48porque lançou os olhos para a baixeza da sua serva. Portanto, eis que, de hoje em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada. 49Porque o Todo-poderoso fez em mim grandes coisas, o seu nome é santo. 50E a sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. 51Manifestou o poder do seu braço, dispersou os homens de coração soberbo. 52Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes. 53Encheu de bens os famintos, e despediu vazios os ricos. 54Tomou cuidado de Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia; 55Conforme tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua posteridade para sempre."

Evangelho do dia

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 12, 46-50

46Estando ele ainda a falar ao povo, eis que sua mãe e seus irmãos se achavam fora, desejando falar-lhe. 47Alguém disse-lhe: "Tua mãe e teus irmãos estão ali fora, e desejam falar-te." 48Ele, porém, respondeu ao que falava: "Quem é minha mãe e quem são os meus irmãos?" 49E, estendendo a mão para os seus discípulos, disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. 50Porque todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão e minha irmã e minha mãe."

Palavra da Salvação.

Leituras da féria

A leitura seguida da semana, que a memória não interrompe para quem a prefere.

Primeira leitura

Leitura do Segundo Livro dos Macabeus 7, 1-31

1Aconteceu também que, tendo sido presos sete irmãos com sua mãe, o rei os queria obrigar a comer carnes de porco contra a lei, atormentando-os para isso com açoutes que lhes davam com azorragues e nervos de boi. 2Um deles, em nome de todos, falou assim: Que pretendes, que queres saber de nós? Estamos prontos antes a morrer que a violar as leis de nossos pais. 3O rei, irritado, mandou pôr ao lume frigideiras e caldeirões. Logo que ficaram em brasa, 4ordenou que se cortasse a língua ao que tinha falado primeiro, e que, arrancado da cabeça o couro cabeludo, lhe cortassem também as extremidades, à vista dos outros seus irmãos e de sua mãe. 5Depois de estar assim mutilado, mandou que o chegassem ao fogo e o torrassem na frigideira, quando ainda respirava. Enquanto se difundia largamente o vapor da frigideira, os outros (irmãos) exortavam-se mutuamente com sua mãe, a morrerem corajosamente, 6dizendo: O Senhor Deus vê e consola-se em nós, conforme o declarou Moisés no seu cântico de protesto (contra Israel), por estas palavras: Ele será consolado nos seus servos. 7Morto deste modo o primeiro, levaram o segundo ao suplício. Arrancado da cabeça o couro cabeludo, perguntavam-lhe se queria comer (das carnes que lhe apresentavam) antes que ser atormentado em cada um dos membros de todo o seu corpo. 8Respondendo na língua de seus pais, disse: Não! Pelo que também este padeceu os mesmos tormentos que o primeiro. 9Estando já para dar o último suspiro, disse desta maneira: Tu, ó malvado, fazes-nos perder a vida presente, mas (Deus) o Rei do universo nos ressuscitará para a vida eterna, a nós que morremos, por fidelidade às suas leis. 10Depois deste, torturaram também o terceiro. Tendo-lhe sido pedida a língua, ele a apresentou logo, assim como estendeu as mãos corajosamente, 11e disse afouto: Do céu recebi estes membros, mas agora os desprezo pela defesa das suas leis, esperando que ele mos tornará a dar um dia. 12O próprio rei e os que o acompanhavam admiraram o valor deste jovem, que reputava por nada os tormentos. 13Morto este, atormentaram da mesma sorte o quarto. 14Quando ele estava já para expirar, disse: Felizes os que são entregues à morte pelos homens, esperando em Deus que hão-de ser por ele ressuscitados; porém, quanto a ti (ó rei), a tua ressurreição não será para a vida. 15Em seguida, pegaram no quinto e atormentaram-no. Mas ele, olhando para o rei disse-lhe: 16Tu fazes o que queres, porque recebeste o poder entre os homens, ainda que mortal como eles; todavia não cuides que Deus desamparou a nossa nação; 17espera e verás quão grande é o seu poder e como ele te atormentará a ti e à tua raça. 18Após este, levaram (ao suplicio) o sexto, que, quando estava perto de morrer, disse: Não te iludas; se padecemos isto, é porque o merecemos pelos pecados contra o nosso Deus, pelos quais vêm sobre nós tão espantosos flagelos. 19Mas não imagines que hás-de ficar sem castigo, depois de teres empreendido combater contra Deus. 20Entretanto a mãe deles, sobremaneira admirável e digna de memória, vendo morrer os seus sete filhos em um só dia, suportou heroicamente a sua morte, pela esperança que tinha no Senhor. 21Cheia de nobres sentimentos, exortava, na língua de seus pais, a cada um deles em particular, dando firmeza, com ânimo varonil, à sua ternura de mulher. 22Dizia-lhes; Não sei como fostes formados no meu ventre; não fui eu que vos dei o espírito e a vida, ou que formei os membros do vosso corpo. 23O Criador do mundo, que formou o homem no seu nascimento e deu a origem a todas as coisas, vos tornará a dar o espírito e a vida, por sua misericórdia, em recompensa do quanto agora vos desprezais a vós mesmos, por amor das suas leis. 24Ora Antíoco, considerando-se desprezado e julgando que aquelas palavras (dos mártires) eram um insulto para ele, como faltasse ainda o mais novo, não somente o exortava, mas ainda lhe assegurava com juramento que o faria rico e ditoso, que o teria na classe dos seus amigos e lhe confiaria altos cargos se abandonasse as leis dos seus pais. 25Como o jovem de nenhum modo consentisse em tais coisas, o rei chamou a sua mãe, e aconselhou-a a que fizesse àquele jovem recomendações para salvar a vida. 26Depois de a ter exortado com muitas razões, ela lhe prometeu que procuraria persuadir seu filho. 27Tendo-se, pois, inclinado para lhe falar, zombando deste cruel tirano, disse-lhe na língua pátria: Meu filho, tem compaixão de mim, que te trouxe nove meses no meu ventre, que te amamente! durante três anos, que te nutri e eduquei até esta idade. 28Suplico-te, meu filho, que olhes para o céu e para a terra e para todas as coisas que há neles, e que penses bem que Deus as criou do nada, assim como a todos os homens. 29Não temas este algoz, mas sê digno de teus irmãos, aceita a morte, para que eu te encontre com eles no dia da misericórdia. 30Quando ela ainda estava falando, o jovem disse; Que esperais vós de mim? Eu não obedeço ao mandado real, mas às prescrições da lei que foi dada por Moisés a nossos pais. 31Quanto a ti, autor de todos os males que oprimem os Hebreus, às mãos de Deus não escaparás.

Palavra do Senhor.

Salmo responsorial

Sl 16(17)

A fonte indica o salmo, não as estrofes: aqui vai o salmo inteiro, da Bíblia da casa; o refrão e a divisão em estrofes são do Lecionário.

1Súplica. De Davide. Ouve, Senhor, uma causa justa, atende o meu clamor, dá ouvidos à minha oração, que sai de lábios enganosos. 2Proceda de ti a minha sentença: os teus olhos vêem o que é recto. 3Se sondas o meu coração, se o visitas de noite, se no fogo me provas, não encontrarás em mim a iniquidade. 4A minha boca não transgrediu, como é costume dos homens; segundo as palavras dos teus lábios, guardei os caminhos da lei. 5Firmaram-se os meus passos nas tuas veredas, os meus pés não vacilaram. 6Eu te invoco, ó Deus, porque me ouvirás; inclina para mim os teus ouvidos, ouve a minha palavra. 7Faze brilhar a tua admirável misericórdia, tu, que salvas dos adversários aqueles que se acolhem à tua direita. 8Guarda-me como a menina dos olhos, sob a sombra das tuas asas esconde-me 9dos pecadores que me fazem violência. Os meus inimigos cercam-me com furor, 10cerram o seu coração insensível, com a sua boca falam arrogantemente. 11Os seus passos já me assediam, fixam em mim os seus olhos para me derribarem por terra, 12semelhantes ao leão, ávidos da presa, e ao cachorro do leão, que se agacha nos esconderijos. 13Levanta-te, Senhor, sai ao seu encontro, arrebata a minha alma ao pecador com a tua espada, 14aos homens, ó Senhor, com a tua mão: aos homens, cuja porção é esta vida, e cujo ventre enches dos teus bens; cujos filhos andam fartos e deixam as sobras aos seus pequeninos. 15Eu, porém, na justiça verei a tua face, saciar-me-ei, ao despertar, com o teu semblante.

Evangelho

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 19, 11-28

11Estando eles a ouvir isto, Jesus acrescentou uma parábola, por estar perto de Jerusalém, e porque julgavam que o reino de Deus se havia de manifestar em breve. 12Disse pois: "Um homem nobre foi para um país distante tomar posse de um reino, para depois voltar. 13Chamando dez dos seus servos, deu-lhes dez marcos de prata, e disse-lhes: Negociai com eles até eu vir. 14Mas os seus concidadãos aborreciam-no; e enviaram atrás dele deputados encarregados de dizer: Não queremos que este reine sobre nós. 15Quando ele voltou, depois de ter tomado posse do reino, mandou chamar aqueles servos, a quem dera o dinheiro, a fim de saber quanto cada um tinha lucrado. 16Veio o primeiro e disse: Senhor, o teu marco rendeu dez marcos. 17Ele disse-lhe: Está bem, servo bom; porque foste fiel no pouco, serás governador de dez cidades. 18Veio o segundo e disse: Senhor, o teu marco rendeu cinco marcos. 19Respondeu-lhe: Sê tu também governador de cinco cidades. 20Veio depois o outro e disse: Senhor, eis o teu marco que guardei embrulhado num lenço; 21porque tive medo de ti, que és um homem austero, que tiras donde não puseste, e recolhes o que não semeaste. 22Disse-lhe o senhor: Servo mau, pela tua mesma boca te julgo. Sabias que eu sou um homem austero, que tiro donde não pus, e recolho o que não semeei; 23logo, porque não puseste o meu dinheiro num banco, para que, quando eu viesse, o recebesse com os juros? 24Depois disse aos que estavam presentes: Tirai-lhe o marco de prata, e dai-o ao que tem dez. 25Eles responderam-Ihe: Senhor, ele já tem dez. 26Pois eu vos digo que a todo aquele que tiver, se lhe dará; mas ao que não tem, será tirado ainda mesmo o que tem. 27Quanto, porém, àqueles meus inimigos, que não quiseram que eu fosse seu rei, trazei-os aqui, e degolai-os na minha presença." 28Dito isto, ia Jesus adiante subindo para Jerusalém.

Palavra da Salvação.

É sobre o Evangelho deste dia que a Lectio Divina se faz.

As leituras e o salmo vêm da Bíblia da casa, não da tradução proclamada na Missa no Brasil, que é a da CNBB. O salmo responsorial traz a referência e o texto: os versos indicados, ou o salmo inteiro quando a fonte não os indica; o refrão, a divisão em estrofes, as antífonas e as orações são do Missal e do Lecionário, e não se reproduzem aqui.

A Regra de São Bento neste dia

Na divisão tradicional, que lê a Regra inteira três vezes por ano.

Os cantos da Missa (Graduale)

33º Domingo do Tempo Comum

O canto gregoriano próprio desta Missa, com as partituras.