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Prosa · Hinário

Roráte cæli désuper

modo I

Is 45, 8

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Texto
Pauta

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Roráte cæli désuper,

et nubes pluant iustum.

1.Ne irascáris, Dómine,

ne ultra memíneris iniquitátis:

ecce cívitas Sancti facta est desérta:

Sion desérta facta est:

Ierúsalem desoláta est:

domus sanctificatiónis tuæ et glóriæ tuæ,

ubi laudavérunt te patres nostri.

2.Peccávimus, et facti sumus tamquam immúndus nos,

et cecídimus quasi fólium univérsi:

et iniquitátes nostræ quasi ventus abstulérunt nos:

abscondísti fáciem tuam a nobis,

et allisísti nos in manu iniquitátis nostræ.

3.Vide, Dómine, afflictiónem pópuli tui,

et mitte quem missúrus es:

emítte Agnum dominatórem terræ,

de Petra desérti ad montem fíliæ Sion:

ut áuferat ipse iugum captivitátis nostræ.

4.Consolámini, consolámini, pópule meus:

cito véniet salus tua:

quare mœróre consúmeris,

quia innovávit te dolor?

Salvábo te, noli timére,

ego enim sum Dóminus Deus tuus,

Sanctus Israel, Redémptor tuus.

Liber Usualis 1961, p. 1868 (modo 1; GregoBase id 2719)

Tradução de apoio, feita para esta biblioteca e em revisão. Não é texto aprovado para o canto litúrgico.

Usa-se em

Canto devocional do Advento (missas rorate, novena do Natal, celebrações da Palavra).

Uso histórico. Liber Usualis 1961, entre os cantos diversos: prosa do Advento, refrão Rorate cæli retomado depois de cada estrofe.

Nas coleções

No Glossário

Ficha

Tempo
Advento
Uso
Devoção
Tradição
Romana
Edição
Liber Usualis (Solesmes, 1961), p. 1868
Transcrição
GregoBase nº 2719 (CC0)