Antigo Testamento
Cântico Dos Cânticos 2
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Como a macieira entre as árvores dos bosques, assim é o meu amado entre os jovens. Sentei-me à sombra daquele a quem tanto tinha desejado, e o seu fruto é doce à minha boca.
Eu vos conjuro, filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças do campo, que não perturbeis nem acordeis a minha amada, antes que ela queira.
O meu amado é semelhante a uma gazela e a um veadinho. Ei-lo que está por detrás da nossa parede, olhando pelas janelas, espreitando através das gelosias.
Apareceram as flores na nossa terra, chegou o tempo dos cantares, ouviu-se na nossa terra a voz da rola;
a figueira começou a brotar os seus figos, as vinhas em flor espalham o seu perfume. Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem!
Pomba minha, tu (que te recolhes) nas aberturas da pedra, nas fendas dos rochedos escarpados, mostra-me a tua face, ressoe a tua voz aos meus ouvidos, porque a tua voz é doce, e a tua face graciosa.
Apanhai-nos as raposas, as raposas pequenas que destroem as vinhas, porque a nossa vinha está já em flor.
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