Novo Testamento
Primeira Carta Aos Coríntios 15
6 min de leitura
pelo qual sereis também salvos, se o conservais como vo-lo preguei, excepto se tiverdes crido em vão.
Porque, antes de tudo, ensinei-vos o que eu mesmo aprendi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
que, a seguir, foi visto por mais de quinhentos irmãos, por uma só vez, dos quais ainda hoje vive a maior parte, e alguns já morreram;
Efectivamente, sou o mínimo dos Apóstolos, que não sou digno de ser chamado Apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus.
Mas, pela graça de Deus, sou o que sou, e a sua graça, que está em mim, não foi vã, antes tenho trabalhado mais que todos eles; não eu, porém, mas a graça de Deus, que está comigo.
Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns, entre vós, que não há ressurreição dos mortos?
Somos assim considerados falsas testemunhas de Deus, porque demos testemunho contra Deus (dizemos) que ressuscitou a Cristo, ao qual não ressuscitou, se os mortos não ressuscitam.
Mas, cada um em sua ordem: como primícias. Cristo; depois, os que são de Cristo, que creram na sua vinda.
Depois será o fim, quando (Cristo) tiver entregado o reino a Deus Pai, quando tiver destruído todo o principado, dominação e poder.
Porque é necessário que ele reine, até que ponha todos os inimigos debaixo de seus pés (Ps. 109, 1).
Ora o último inimigo a ser destruído será a morte: porque (Deus) todas as coisas sujeitou debaixo dos pés dele. Mas quando se diz:
E, quando tudo lhe estiver sujeito, então ainda o mesmo Filho estará sujeito aquele que sujeitou a ele todas as coisas, a fim de que Deus seja tudo em todas as coisas.
Doutra sorte, que farão os que se baptizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se baptizam por eles?
Se foi com vistas humanas que batalhei com as feras em Éfeso, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, "comamos e bebamos, porque amanhã morreremos" (Is. 22, 13).
Entrai em vós próprios seriamente e não pequeis, porque alguns não têm o conhecimento de Deus; para vergonha vossa o digo.
E, quando tu semeias, não semeias o corpo (da planta) que há-de nascer, mas um simples grão, como por exemplo de trigo ou de qualquer outra coisa.
Nem toda a carne é a mesma carne, mas uma certamente é a carne dos homens, outra a dos animais, uma a das aves, outra a dos peixes.
uma é a claridade do sol, outra a claridade da lua, outra a claridade das estrelas. E ainda há diferença de estrela para estrela em claridade.
Assim também a ressurreição dos mortos. Semeia-se (o corpo) corruptível, ressuscitará incorruptível.
semeia-se um corpo animal, ressuscitará um corpo espiritual. Se há corpo animal, também o há espiritual, como está escrito:
Ora eu digo isto, Irmãos, porque a carne e o sangue não podem possuir o reino de Deus, nem a corrupção herdará a incorruptibilidade.
Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta (porque a trombeta soará) os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos mudados.
Importa que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, que este corpo mortal se revista da imortalidade.
Quando, pois, este corpo corruptível se tiver revestido da incorruptibilidade e este corpo mortal se tiver revestido da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória (Is. 25, 8).
Deslize para navegar entre capítulos