Antigo Testamento
Salmos 17 (18)
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Ao mestre do coro. De Davide, servo do Senhor, o qual dirigiu ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou do poder de todos os seus inimigos e da mão de Saul.
Senhor meu firme apoio, meu baluarte, meu libertador, ó meu Deus, minha rocha de refúgio, meu escudo, força da minha salvação, meu asilo
na minha tribulação invoquei o Senhor, e clamei ao meu Deus; ele ouviu a minha voz desde o seu templo, o meu clamor penetrou nos seus ouvidos.
Foi sacudida e tremeu a terra, os fundamentos dos montes vacilaram e abalaram-se, porque ardia em ira.
E apareceram os fundos do mar, e ficaram a descoberto os fundamentos da terra, às ameaças do Senhor, ao sopro impetuoso da sua ira.
porque todos os seus mandamentos estiveram diante dos meus olhos, e não repeli de mim os seus preceitos,
O Senhor me retribuiu segundo a minha justiça, e segundo a pureza das minhas mãos (que está presente) aos seus olhos.
Sem mácula é o caminho de Deus, a sua palavra é provada no fogo; ele é escudo para todos os que se acolhem a ele.
Livraste-me das contendas do povo, estabeleceste-me chefe das nações. Um povo, que eu não conhecia, me serviu,
Tu, que me livraste dos meus inimigos e me exaltaste sobre os que me resistiram, arrancaste-me do homem violento.
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