Antigo Testamento
Salmos 58 (59)
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Ao mestre do coro. Segundo a melodia de "Não destruas..." De Davide. Micktãm. Quando Saul mandou vigiar a sua casa para o matar.
Eis, com efeito, que armam ciladas à minha vida, conspiram contra mim os poderosos. Não há crime em mim nem pecado, ó Senhor:
sem que eu tenha culpa, irrompem e agridem-me. Desperta, vem ao meu encontro e considera (a minha inocência),
pois tu, Senhor dos exércitos, és o Deus de Israel. Desperta, castiga todos esses povos, não tenhas piedade de nenhum desses pérfidos.
Deus meu, misericórdia minha. Venha Deus em meu auxílio, faça que eu me deleite com a derrota dos meus inimigos.
Mata-os, ó Deus; para que não sirvam de tropeço ao meu povo, desbarata-os e derriba-os com a tua força, ó Senhor nosso escudo.
Um pecado da sua boca, é cada palavra dos seus lábios; e fiquem presos na sua mesma soberba, e nas execrações e mentiras que dizem.
Extermina-os na tua indignação, extermina-os, para que não mais existam, a fim de que se saiba que Deus reina sobre Jacob e até aos confins da terra.
Eu, porém, contarei a tua fortaleza, e de manhã exultarei em tua misericórdia, porque foste um amparo para mim, e um refúgio no dia da minha angústia.
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