Antigo Testamento
Eclesiástico 41
3 min de leitura
ó morte, quão amarga é a tua memória para o homem que tem paz no meio das suas riquezas, para o homem tranqüilo e afortunado em tudo, e que aluda se encontra em estado de tomar alimento!
para o homem já decrépito e consumido de cuidados, e para o que se vê sem esperança (de melhoras), e a quem falta a paciência!
Não temas o decreto da morte. Lembra-te dos que existiram antes de ti, e dos que virão depois de ti: É um decreto que o Senhor promulgou para todos os mortais.
Que coisa te sobrevirá de acordo com o beneplácito do Altíssimo? Viva um homem dez, cem ou mil anos.
Os filhos dos pecadores tornam-se (ordinariamente) filhos de abominação, assim como os que frequentam as casas dos ímpios.
Tem cuidado da tua boa reputação, poi-que esta será para ti um bem mais estável do que mil tesouros grandes e preciosos.
Conservai, filhos, em paz a minha instrução, porque, se a sabedoria está escondida e o tesouro é invisível, que utilidade pode haver em ambas estas coisas?
porque não é bom ter vergonha de tudo, nem todas as coisas são julgadas por todos segundo a verdade.
Envergonhai-vos da fornicação, diante do vosso pai e da vossa mãe, e da mentira, diante do que governa e do poderoso;
de cometer algum furto, no lugar em que habitas, por causa da verdade de Deus e da sua aliança: de apoiar, (à mesa), o cotovelo sobre os pães; de usar de engano, no dar e receber;
de não responder aos que te saúdam; de fixar os olhos na mulher prostituta; de voltar o rosto a um parente.
Não voltes o rosto para não veres o teu próximo, e envergonha-te de lhe tirar a parte que lhe toca, e de lha não restituires.
Não olhes para a mulher alheia; não te entretenhas com a sua criada, nem te ponhas junto do seu leito.
Deslize para navegar entre capítulos