Antigo Testamento
Eclesiástico 49
2 min de leitura
A memória de Josias é como uma composição de aromas feita por arte do perfumista. Em toda a boca será doce a sua lembrança como o mel, e como a música em banquete de (abundante) vinho.
Foi destinado por Deus para excitar a nação à penitência, e exterminou as abominações da impiedade.
Incendiaram a cidade escolhida, a cidade santa, e reduziram a um deserto as suas ruas, conforme a predição de Jeremias,
porque maltrataram aquele que foi consagrado profeta desde o ventre de sua mãe, para derrubar, arrancar e destruir, mas para depois reedificar e renovar.
Anunciou a chuva para os inimigos de Deus, e os bens reservados para aqueles que seguiam o caminho recto.
Reverdeçam também os ossos dos doze profetas, nos seu túmulos, porque eles fortificaram Jacob, e salvaram-no por uma fé corajosa.
Do mesmo modo, Jesus, filho de Josedec. Eles em seus dias edificaram a casa (de Deus), e levantaram ao Senhor o seu santo templo, destinado a uma glória sempiterna.
Também Neemias viverá na memória por largo tempo, ele que reergueu os nossos muros derribados, refez as portas e as fechaduras, e reedificou as nossas casas.
nem como José, que nasceu para ser o príncipe de seus irmãos, o esteio da nação, o governador dos seus irmãos, o firme arrimo do povo.
Deslize para navegar entre capítulos